Inimigas Mortais da Comida: A anorexia e a Bulimia levam os adolescentes cada vez mais cedo para o fundo do poço. Dê uma olhada nas informações abaixo:
15% a 5% dos anoréxicos morrem em decorrência da doença. Quem se recupera pode ter sequelas pelo resto da vida.
90% dos pacientes com anorexia são do sexo feminino, principalmente adolescentes; no entanto, a doença pode surgir em qualquer idade.
4% a 1% da população mundial têm bulimia. A faixa etária mais atingida varia de 15 a 18 anos.
8 anos é a idade das crianças que já apresentam anorexia. Os distúrbios alimentares se manifestam cada vez mais cedo, influenciados pela mídia e até pela neura da família.
1% a 0,5% é a incidência da anorexia na população mundial. Jovens são os mais afetados.
70% dos bulímicos e anoréxicos sofrem recaídas após o tratamento e precisam de vigília constante.
Nutri Life
Este blog é voltado para pessoas que querem mudar de vida, melhorando sua alimentação.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Informações sobre: Bulimia e Anorexia!
Bulimia
O doente tem episódios frequentes de compulsão alimentar acompanhados por sensação de perda de controle. No início, força-se o vômito com o dedo ou algum objeto. Com o tempo, a ação é automática; basta comer para o enjoo aparecer. A doença não gera perda significativa de peso, mas causa sérios problemas gástricos, como lesões no esôfago. Os dentes perdem esmalte e ficam estragados. O tratamento, em geral, não exige internação. Pode se transformar em Anorexia.
Anorexia
Na anorexia tem-se pavor de engordar. O doente busca a magreza extrema, por isso, para de comer. A fome existe no começo, mas desaparece com o passar do tempo. Apesar de magro, ele se enxerga como obeso. Muitas vezes, esse distúrbio alimentar grave está ligado à depressão. O anoréxico também tem baixa autoestima. Para ser diagnosticado com a doença é preciso tem IMC (Índice de Massa Corporal) abaixo de 17,5. O tratamento é mais severo e exige internação.
O doente tem episódios frequentes de compulsão alimentar acompanhados por sensação de perda de controle. No início, força-se o vômito com o dedo ou algum objeto. Com o tempo, a ação é automática; basta comer para o enjoo aparecer. A doença não gera perda significativa de peso, mas causa sérios problemas gástricos, como lesões no esôfago. Os dentes perdem esmalte e ficam estragados. O tratamento, em geral, não exige internação. Pode se transformar em Anorexia.
Anorexia
Na anorexia tem-se pavor de engordar. O doente busca a magreza extrema, por isso, para de comer. A fome existe no começo, mas desaparece com o passar do tempo. Apesar de magro, ele se enxerga como obeso. Muitas vezes, esse distúrbio alimentar grave está ligado à depressão. O anoréxico também tem baixa autoestima. Para ser diagnosticado com a doença é preciso tem IMC (Índice de Massa Corporal) abaixo de 17,5. O tratamento é mais severo e exige internação.
SINAIS SERVEM DE ALERTA
Quem sofre de anorexia começa a apresentar alguns comportamentos típicos, segundo Fátima Vasconsellos, coordenadora do Departamento de Psicoterapia da Associação Brasileira de Psiquiatria. Para de comer na frente das outras pessoas e esconde alimentos em guarda-roupas e gavetas.
O anoréxico divide as refeições em porções muito pequenas e mastiga lentamente. Pode até ruminar o alimento: engole, regurgita e volta a mascar - por mais bizarro que isso pareça. Interessa-se por tudo relacionado a dietas, calorias e exercícios físicos. "Acredita que os alimentos ingeridos se transformam em gordura imediatamente", explica a psiquiatra Fátima.
Para disfarçar a perda de peso, usa roupas bem largas, às vezes, até uma peça sobre a outra, como duas calças.
Com tem pouca gordura, a temperatura do corpo é mais baixa, sentindo frio quando não está. Já o bulímico é frequentador assíduo do banheiro logo após as refeições. Amigos e familiares podem ficar de olho e oferecer ajuda ao notarem esses sinais.
Blogs reúnem as Anas e as Mias no anonimato
Sem ter com quem conversar, as adolescentes com anorexia e bulimia dividem as angústias, dúvidas e frustrações com amigas anônimas que encontram em blogs. Esses espaços funcionam como um tipo de diário, em que relatam a batalha pela perda de peso. Atrás da tela do computador, parece ser mais fácil desabafar.
Mas não é só isso. Nas páginas on-line, compartilham as dietas que inventam ou aprendem, imagens de celebridades e modelos magérrimas que admiram, técnicas para despistar a fome e disfarçar o comportamento perto da família. Chegam até mesmo a colocar objetivos e fazer programas caseiros de emagrecimento coletivo.
Difícil entender os textos sem saber o que significam as gírias. Ana, por exemplo, é como denominam anorexia; Mias é bulimia; miar significar vomitar; NF é a sigla de No Food (ficar sem comer). Às vezes. chamam-se borboletas.
Superfrequentes são os posts sobre o que consideram 'recaída', quando comem mais do que a meta estabelecida ou ganham peso. Poucas gramas bastam para deixá-las desesperadas. "Em consequência de estar comendo pra melhorar da anemia, agora estou com 50,9 kg, engordei 300 g."
Ao ler os comentários, no entanto, percebe-se como são unidas. Nunca deixam de dar apoio, dicas e incentivos. Só não curtem ser criticadas. As blogueiras acreditam que a anorexia e a bulimia não são doenças, mas estilos de vida. Para quem não tem a mesma opinião, os relatos são extremamente tristes e assustadores.
"(...) Tentei largar a Ana e adivinhem? Não consegui, me senti culpada por tudo que comi, tenho vontade de cortar minha barriga, abrir minha garganta e tirar tudo de dentro. É como se a comida fosse um líquido que vai grudando em meu corpo e me fazendo ficar gorda instantaneamente (...)"
Mais do que a insatisfação com o físico, nota-se nos textos como elas não se amam e precisam de ajuda. Aliás, a frase "Me Odeio" é uma das mais comuns.
Mas não é só isso. Nas páginas on-line, compartilham as dietas que inventam ou aprendem, imagens de celebridades e modelos magérrimas que admiram, técnicas para despistar a fome e disfarçar o comportamento perto da família. Chegam até mesmo a colocar objetivos e fazer programas caseiros de emagrecimento coletivo.
Difícil entender os textos sem saber o que significam as gírias. Ana, por exemplo, é como denominam anorexia; Mias é bulimia; miar significar vomitar; NF é a sigla de No Food (ficar sem comer). Às vezes. chamam-se borboletas.
Superfrequentes são os posts sobre o que consideram 'recaída', quando comem mais do que a meta estabelecida ou ganham peso. Poucas gramas bastam para deixá-las desesperadas. "Em consequência de estar comendo pra melhorar da anemia, agora estou com 50,9 kg, engordei 300 g."
Ao ler os comentários, no entanto, percebe-se como são unidas. Nunca deixam de dar apoio, dicas e incentivos. Só não curtem ser criticadas. As blogueiras acreditam que a anorexia e a bulimia não são doenças, mas estilos de vida. Para quem não tem a mesma opinião, os relatos são extremamente tristes e assustadores.
"(...) Tentei largar a Ana e adivinhem? Não consegui, me senti culpada por tudo que comi, tenho vontade de cortar minha barriga, abrir minha garganta e tirar tudo de dentro. É como se a comida fosse um líquido que vai grudando em meu corpo e me fazendo ficar gorda instantaneamente (...)"
Mais do que a insatisfação com o físico, nota-se nos textos como elas não se amam e precisam de ajuda. Aliás, a frase "Me Odeio" é uma das mais comuns.
A luta é diária até pra celebridades
Demi Lovato, 18 anos, já não esconde os problemas que teve com bulimia, anorexia e automutilação. Sem reserva, tem falado sobre isso em algumas entrevistas. Agora, ressurge com novo trabalho, Skyscraper, aparentando estar mais forte e saudável.
Em conversa recente gravada com o apresentador Ryan Seacrest, postada no E! Online (www.eonline.com), a cantora conta que já aos 7 anos sofria de depressão e tinha pensamentos suicidas. Os distúrbios alimentares surgiram na adolescência. Depois de comer, por exemplo, sempre corria para o banheiro para vomitar.
"Tive de colocar minha vida pessoal na frente da minha carreira, o que foi muito difícil para mim. Provavelmente não continuaria viva se continuasse a tratar meu corpo como estava fazendo", confessou.
Em novembro de 2010, resolveu procurar ajuda médica. Uma briga com uma dançarina influenciando a decisão. Demi cancelou a participação na turnê dos Jonas Brothers - que se apresentaram no Brasil, naquele mês - e foi internada em uma clínica de reabilitação, onde também foi diagnosticada com bipolaridade. Deixou o local no fim de janeiro.
Segundo a estrela teen, até sua voz está melhor agora, pois parou de vomitar após as refeições. Demi acredita que, ao falar sobre as doenças que enfrenta, pode ajudar outras garotas a se abrirem sobre as dificuldades pelas quais passam a buscar auxílio.
No pulso da cantora, a tatuagem traz grande mensagem para quem já viveu ou ainda lida com a anorexia e a bulimia: "Stay Strong" (Fique Forte). Assim como qualquer paciente, a cantora sabe que terá de lidar com suas fraquezas diariamente, seguir tratamento e nunca se descuidar. Garante estar muito disposta a isso.
Em conversa recente gravada com o apresentador Ryan Seacrest, postada no E! Online (www.eonline.com), a cantora conta que já aos 7 anos sofria de depressão e tinha pensamentos suicidas. Os distúrbios alimentares surgiram na adolescência. Depois de comer, por exemplo, sempre corria para o banheiro para vomitar.
"Tive de colocar minha vida pessoal na frente da minha carreira, o que foi muito difícil para mim. Provavelmente não continuaria viva se continuasse a tratar meu corpo como estava fazendo", confessou.
Em novembro de 2010, resolveu procurar ajuda médica. Uma briga com uma dançarina influenciando a decisão. Demi cancelou a participação na turnê dos Jonas Brothers - que se apresentaram no Brasil, naquele mês - e foi internada em uma clínica de reabilitação, onde também foi diagnosticada com bipolaridade. Deixou o local no fim de janeiro.
Segundo a estrela teen, até sua voz está melhor agora, pois parou de vomitar após as refeições. Demi acredita que, ao falar sobre as doenças que enfrenta, pode ajudar outras garotas a se abrirem sobre as dificuldades pelas quais passam a buscar auxílio.
No pulso da cantora, a tatuagem traz grande mensagem para quem já viveu ou ainda lida com a anorexia e a bulimia: "Stay Strong" (Fique Forte). Assim como qualquer paciente, a cantora sabe que terá de lidar com suas fraquezas diariamente, seguir tratamento e nunca se descuidar. Garante estar muito disposta a isso.
O tratamento nunca tem fim
A anorexia e a bulimia têm tratamento. Complicado é que raramente os doentes buscam ajuda; por isso, a família é fundamental nesse processo. E não adianta brigar, é preciso muita compreensão, paciência e conversa e conversa para convencer alguém a aceitar auxílio.
Mas, apesar dos esforços, não é fácil. No caso da anorexia, é necessário internação. Ainda assim, muita gente teima em não receber ajuda. Há quem tente até enganar os médicos para continuar a emagrecer.
O tratamento não acaba ao sair do hospital; pelo contrário. O acompanhamento tem que ser feito para sempre com especialistas, pois existe o risco frequente de a doença voltar. É viver um dia após o outro, espantando os próprios fantasmas e buscando força em si mesmo.
Mas, apesar dos esforços, não é fácil. No caso da anorexia, é necessário internação. Ainda assim, muita gente teima em não receber ajuda. Há quem tente até enganar os médicos para continuar a emagrecer.
O tratamento não acaba ao sair do hospital; pelo contrário. O acompanhamento tem que ser feito para sempre com especialistas, pois existe o risco frequente de a doença voltar. É viver um dia após o outro, espantando os próprios fantasmas e buscando força em si mesmo.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Ditadura da magreza é imposta
Para quem tem bulimia ou anorexia, a perfeição é a magreza, instituída há décadas como padrão de beleza. Curvas são abominadas, e, as magrelas glamorosas bem vestidas e maquiadas estão por toda parte: na TV, no cinema, nas revistas e na web.
Hoje, em vários países, existe forte movimento que luta contra essa imposição. grandes agências já tomam precauções com suas modelos, têm acompanhamento com nutricionista, psicólogo e clínico geral.
Celebridades
O que não falta são famosas com distúrbios alimentares para inspirar garotas anoréxicas e bulímicas. A lista é longa: Lindsay Lohan, Mary-Kate Olsen, Kate Moss, Nicole Richie, Victoria Beckham, Jessica Alba, Keira Knightley, entre outras. Antigamente, Demi Lovato expôs seus problemas; algo não muito comum entre as celebridades.
Nem todas conseguiram dar a volta por cima. a cantora Karen Carpenter, da dupla Os Carpenters, morreu em 1983, aos 32 anos, em decorrência na anorexia. Pesava 35Kg. em 2006, a morte da modelo brasileira Ana Carolina Reston, aos 21 anos, também ganhou repercussão internacional. Tinha 1,74 e cerca de 40Kg.
Assinar:
Comentários (Atom)